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Como funciona

O Lado a Lado é um agregador: não produz fatos, notícias nem checagens. Reúne o que outros sites e órgãos oficiais publicam, cada item com veículo, link e data, e organiza os dois lados no mesmo formato.

Regras de imparcialidade

  1. Tudo tem fonte e data. Sem fonte, não entra.
  2. Posição fixa e simétrica: Lula sempre à esquerda, na cor do PT, e Flávio Bolsonaro sempre à direita, na cor do PL, com a mesma largura, o mesmo tamanho de fonte e as cores aplicadas nos mesmos elementos e com a mesma intensidade. Fotos e dados pessoais vêm do registro oficial das candidaturas no TSE.
  3. Propostas vêm do índice oficial do TSE: os tópicos de cada plano de governo, nos grupos de assunto definidos pelo tribunal, cada um com o trecho do plano onde aparece e o link para a página do PDF. O site não resume nem interpreta as propostas.
  4. Votações: entram todas as votações nominais do plenário da Câmara desde fevereiro de 2023, sem escolha manual.
  5. Notícias vêm de uma lista pública de veículos, com o mesmo número de itens por candidato, ordenados só por data.
  6. Checagens são de agências independentes. O site reproduz o rótulo original e linka a matéria; não dá veredito próprio.
  7. Sem pesquisa e sem palpite: o “Placar da disputa” só mostra números oficiais (votos do 1º turno, contas de campanha, patrimônio declarado). O site não faz pesquisa de intenção de voto e não coleta a opinião de quem visita.

Veículos de notícias

Quatro grupos, com critério público. (1) Os 10 sites de notícias de maior audiência no Brasil (Similarweb, Comscore e Semrush, 2025-2026). (2) Seis veículos de centro ou públicos com boa audiência ou alta confiança no Digital News Report 2025 do Reuters Institute. (3) Três jornais regionais de fora do eixo Rio-São Paulo-Brasília. (4) Cinco veículos de linha editorial à esquerda e cinco à direita, em pares de audiência parecida (Similarweb, setembro de 2026), segundo a classificação do estudo de Pereira, Ooghe-Tabanou e Cardon (Revista Brasileira de Ciência Política, 2026) e de Orso e Massuchin (ANPOCS, 2022). Ficaram de fora sites que a literatura acadêmica associa à desinformação. Só entram veículos com feed RSS público que funciona sem simular navegador. O site mostra apenas manchete, veículo, data e link. Uma manchete entra no lado de um candidato quando o título cita o nome dele; se citar os dois, aparece nos dois lados. Na lista, as manchetes de cada dia alternam entre os veículos, para nenhum dominar pelo volume de publicação.

Os 10 mais lidos

Centro e públicos

Regionais

Linha editorial à esquerda

Linha editorial à direita

A classificação de linha editorial não é do site: vem de estudos publicados. Pereira, Ooghe-Tabanou e Cardon, “The dynamics of the Brazilian digital public space on Twitter”, Revista Brasileira de Ciência Política, 2026 (dados do estudo (abre em nova aba)); Orso e Massuchin, “Quem critica a mídia mainstream no Brasil?”, ANPOCS, 2022. A barra de manchetes do placar conta só os 10 veículos mais lidos.

Selos “Escândalo” e “Em alta no Google”

Temas de escândalo com grande volume de buscas no Google, em lista pública mantida pelo site. Uma notícia ou checagem recebe o selo quando o texto cita um dos termos do tema. O selo indica o assunto, não culpa: muitos casos foram arquivados, anulados ou ainda estão em investigação.

O selo “Em alta no Google” aparece quando o texto cita um termo que esteve entre as buscas em alta no Brasil nos últimos 7 dias, segundo o Google Trends (abre em nova aba). Matérias antigas sobre os temas da lista são buscadas no Google Notícias e só entram se forem de um dos veículos da lista.

Trechos das propostas

Cada tópico do índice do TSE aparece com um trecho do plano de governo, copiado como está no PDF, sem cortes no meio da frase e sem reescrita. O trecho é escolhido de forma automática, pela mesma regra para os dois planos: o parágrafo das páginas indicadas pelo TSE que mais usa as palavras do título do tópico. Pode haver erro de escolha; por isso cada trecho traz a página e o link para o PDF oficial, que abre em outra aba.

A busca da seção procura nos títulos e nos trechos dos tópicos e, com três letras ou mais, também no texto integral dos dois planos. O site não mostra quantos tópicos cada lado tem: os planos são organizados de formas diferentes, e mais tópicos não quer dizer mais propostas.

Compartilhar

Cada card tem um botão de compartilhar pelo WhatsApp. A mensagem traz um trecho do item e um link para uma página com a prévia (título, resumo e, quando há, a foto oficial). Quem abre o link cai na página principal, já no card compartilhado. O site não registra quem compartilha nem o quê. Manchetes ficam no site por 14 dias e checagens por 90; depois disso, o link leva à página principal com um aviso.

Pautas no Congresso

Entram todas as votações nominais do plenário da Câmara desde fevereiro de 2023. A ordem padrão é pela repercussão: quantas notícias do Google Notícias citam a sigla da proposição (por exemplo, “PEC 45/2019”). Projetos mais conhecidos por apelido podem aparecer abaixo do que deveriam.

Placar e mapa

Votos do 1º turno pelo resultado oficial do TSE, por estado e por região, sobre os votos válidos. Contorno dos estados pela malha do IBGE. As barras dividem 100% entre os dois candidatos; “à frente” só é usado para votos.

Agências de checagem

O site não checa nada. O rótulo de cada item é o publicado pela agência, lido da marcação padrão de checagem (ClaimReview) da própria página, do título (g1 Fato ou Fake) ou da categoria do post.

Dados oficiais

Anúncios e privacidade

Correções

Nenhuma correção registrada até agora. O histórico público de correções ficará aqui.